
Desenvolvimento de proposta projetual de uma escola para 300 alunos, sendo de 6 a 15 anos de idade, cujo método de ensino é o Montessori. O conceito proposto está por todo o terreno, de forma que a escola pudesse ser vivenciada em todos os locais. Buscou-se pensar o lazer, a convivência e o aprendizado não dentro de um local específico e sim que as crianças tenham a liberdade e autonomia de explorar toda a escola, que atividades ao ar livre, as relações sociais não tenham ponto de encontro. Ás áreas livres arborizadas, os playgrounds, as salas de aula dinâmicas fazem esse papel.
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Permite grandes vãos
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Espaços abertos devido ao uso de nós enrijecidos
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Facilita a abertura de portas e janelas
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Acessibilidade
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Desnível topográfico de 10m
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Metodologia montessoriana
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Estrutura Viga Vierendeel
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Laje nervurada
PROJETO: ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL E FUNDAMENTAL | AUTOR(ES:) EDUARDA BARRETO E GABRIELLA TORRES
LOCALIZAÇÃO: CUIABÁ, MATO GROSSO - BRASIL
SOFTWARES UTILIZADOS: AUTOCAD, SKETCHUP, LUMION E PHOTOSHOP

Escola Montessoriana de Cuiabá

Devido ao grande desnível existente no terreno, optou-se em posicionar a edificação quase ao centro do terreno, de modo a equilibrar o desnível nos diferentes acessos. O Pavimento térreo por ter acesso direto à rua, sem circulação vertical, facilitando questões como evacuação em casos de incêndio, foi o escolhido para eventos, biblioteca e administrativo. As pessoas que forem ao auditório não precisam ir nos demais espaços de convivência restrito a alunos da escola.
Foi utilizada telha termoacústica apenas na parte do auditório, visando melhor conforto térmico e acústico do local. Nos demais espaços definiu-se um terraço como área de permanência da edificação.
Optou-se por utilizar aberturas em retângulos e em hexagonos, visando tornar o ambiente uma ferramenta que colabore com o ensino.
Foi utilizada telha termoacústica apenas na parte do auditório, visando melhor conforto térmico e acústico do local. Nos demais espaços definiu-se um terraço como área de permanência da edificação.
implantação
O interior

No pavimento das salas de aula não foram utilizadas paredes convencionais, mas sim portas-camarão como divisórias entre as salas. Elas podem ser completamente fechadas integrando os ambientes.
Da mesma forma as portas de entrada das salas podem ser totalmente abertas, embutidas em painéis onde ficam guardadas quando fechadas. Assim as salas podem ser abertas formando um só ambiente no pavimento e integrando todos os espaços caso necessário.
Com o uso da viga vierendeel criou-se um grande vão abaixo do pavimento das salas, sendo assim foi possível locar o restaurante abaixo do pilotis, proporcionando um ambiente livre e agradável.
perspectivas

